
— edição Business —
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Bom dia! Este é o Daily Fin Business – nossa edição especial aos domingos, com insights e notícias sobre o mundo dos negócios.
As principais notícias de hoje são:
📧 Google adiciona novas funções de IA ao Gmail.
🤖 China lidera mercado global de robôs humanoides.
📦 Ofensiva da Amazon sobre Mercado Livre começa a surtir efeitos.
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Tempo de leitura: 4,49 minutos.
Escrito por: André Hermeto, Clara Vasconcelos, Gabriel Branco e Gabriel Fraga.
PARA AVALIAR O IMPACTO 💭
Google adiciona novas funções de IA ao Gmail

Imagem: Axios | Reprodução
Inbox turbinada. Na última semana, o Google anunciou o início da “era Gemini” no Gmail, apostando em inteligência artificial para enfrentar o volume recorde de mensagens da plataforma.
Desde o lançamento do Gmail, em 2004, a lógica da caixa de entrada mudou completamente. E-mails se acumulam, notificações disputam atenção e sobra cada vez menos tempo para organizar tudo. Hoje, o serviço já é usado por cerca de 3 bilhões de pessoas.
Agora, com a “era Gemini”, o Google quer transformar o Gmail em um assistente proativo, capaz de buscar informações, organizar prioridades e automatizar tarefas.
Entre os principais recursos anunciados, estão: 🤖
AI Overviews: Resumos automáticos de conversas longas e a possibilidade de “perguntar” à caixa de entrada, em linguagem natural, sem depender de palavras-chave.
AI Inbox: Um novo modelo de organização do Gmail que destaca mensagens importantes, prazos e tarefas, funcionando como um “briefing automático” do que realmente importa.
Ampliando a visão: O movimento se soma a uma série de iniciativas recentes do Google para ganhar tração na corrida da inteligência artificial. Não à toa, o Gemini saltou de 450 milhões de usuários mensais, em julho, para 650 milhões, em outubro de 2025.
Como consequência, a Alphabet (GOOG), controladora do Google, também ultrapassou a Apple em valor de mercado na semana passada, tornando-se a segunda maior empresa do mundo, atrás apenas da Nvidia. 📈
TECNOLOGIA

Imagem: Fast Company Brasil | Reprodução
🤖 Aço oriental. A China colocou o mercado de robôs humanoides “nas costas”. Das cerca de 13 mil unidades vendidas no mundo em 2025, a chinesa AgiBot liderou com folga, com 5.168 robôs – seguida pelas também chinesas Unitree e UBTech.
Só em 2025, a China viu surgir 40 novas startups focadas em robôs humanoides, impulsionadas por hardware mais barato e custos menores de treinamento de IA.
“E quanto custa um brinquedinho desses, Daily Fin?” O principal robô da AgiBot começa em US$ 14 mil. Fora da China, o Optimus, da Tesla, deve custar entre US$ 20 mil e US$ 30 mil. Já a Boston Dynamics joga “em outra liga”: seu robô Atlas sai por US$ 140 mil (veja o robô).
💭 Ampliando a visão: Com projeções de mais de 600 milhões de robôs até 2050, a expectativa é que eles deixem de ser exceção e passem a dividir a rotina conosco – cozinhando, limpando a casa ou executando tarefas do dia a dia.
Em parceria com Global X
Já imaginou investir nesse mercado em crescimento? O ETF de Robótica e Inteligência Artificial, da gestora Global X, reúne as maiores ações do setor em um só lugar.
Negociado na B3 sob o ticker BOTZ39, o ETF inclui empresas como Nvidia e a própria UBTech, citada acima. Clique aqui e veja como investir. 📈
✽✽✽
🛒 Carrinho tech. A Microsoft lançou, na semana passada, o Copilot Checkout, um recurso que permite comprar produtos sem sair da conversa com o chatbot. Na prática, usuários poderão buscar, escolher e pagar dentro do próprio Copilot – tudo em uma única janela, com experiência 100% integrada.
Até agora, os pagamentos usam PayPal, Shopify e Stripe e varejistas como Urban Outfitters, Anthropologie, Etsy e lojas da Shopify já estão conectadas.
Os dados animam: Usuários são 194% mais propensos a concluir compras pelo Copilot. Além disso, o sistema traz os chamados Brand Agents – assistentes treinados na linguagem de cada marca para guiar o cliente dentro do chat.
Mas a corrida começou antes… Em setembro de 2025, a OpenAI já havia lançado o Instant Checkout, que também transforma o ChatGPT em uma vitrine interativa. No fim, a disputa é por quem será o “shopping número 1” da internet… 💭
CONSUMO E VAREJO

Imagem: MB | Reprodução
🍕 Menos pizza, mais variedade. Nos EUA, até a pizza – um dos maiores símbolos gastronômicos do país – está perdendo espaço. Segundo o Wall Street Journal, o consumo recuou, pressionando o setor a se reinventar.
Hoje, as pizzarias enfrentam concorrência direta dentro dos próprios apps de delivery, dividindo atenção com comida mexicana, asiática e até cafés artesanais, todos a poucos cliques do consumidor.
De acordo com a Technomic, o setor faturou US$ 31 bilhões em 2024, mas cresceu abaixo da média do mercado. Nos anos 1990, pizzarias eram o segundo tipo de rede de restaurantes que mais vendia nos EUA. Hoje, caíram para a sexta posição.
O forno “esfriou” para todo mundo. Papa John’s e Pizza Hut fecharam lojas, enxugaram cardápios e já estão cogitando vender parte dos negócios. Já a California Pizza Kitchen foi vendida por menos de US$ 300 milhões – abaixo dos US$ 470 milhões pagos em 2011. No fim das contas… será o fim da era do pepperoni? 🍅
✽✽✽
🛒 Quase lá, Amazon. Pela primeira vez em anos, a liderança do Mercado Livre no e-commerce brasileiro foi ameaçada. Em novembro, a diferença no tráfego dos dois sites caiu para apenas 14 milhões de visitas: 283 milhões no Mercado Livre, contra 269 milhões na Amazon.
Em termos percentuais, a Amazon subiu de 24,7% para 30,3% de participação no tráfego do e-commerce do país. Já o Mercado Livre terminou novembro com 31,9%. Em agosto, o Meli chegou a concentrar 37% dos acessos.
O que explica essa mudança? No segundo semestre, a Amazon fez uma série de anúncios para reforçar sua presença no Brasil. Entre eles, zerou temporariamente as taxas logísticas cobradas de vendedores que usam o modelo “fulfillment” – no qual a própria Amazon cuida do armazenamento, envio e devoluções dos produtos.
Além disso, reforçou sua infraestrutura no país e ampliou em 20% a oferta de produtos importados de baixo custo (a partir de R$ 5). “Briga” de gente grande… 📈
SERVIÇOS E FINANÇAS

Imagem: Estadão | Reprodução
💼 Martelo batido. A Justiça dos Estados Unidos reconheceu oficialmente a liquidação extrajudicial do Banco Master conduzida pelo Banco Central do Brasil. Na prática, a decisão valida o processo no exterior e representa um revés para o controlador do banco, Daniel Vorcaro.
Em outras palavras, a decisão obriga que o processo brasileiro seja reconhecido nos EUA. Isso barra ações judiciais e impede qualquer movimentação de ativos do Master em território americano, congelando os bens da instituição.
A relevância: O movimento enfraquece a estratégia jurídica de Vorcaro no exterior, que buscava questionar a legitimidade da intervenção.
Já em Brasília, a decisão foi vista como um respaldo importante ao BC, especialmente em meio às pressões políticas e institucionais envolvendo TCU, STF e a revisão do caso.
✽✽✽
🎰 Cheiro de encrenca. Horas antes da captura de Nicolás Maduro pelos EUA, uma conta recém-criada na plataforma Polymarket apostou cerca de US$ 30 mil na queda do líder venezuelano – o suficiente para levantar suspeitas de informação privilegiada. Quando Trump anunciou que Maduro estava sob custódia, o apostador embolsou mais de US$ 400 mil.
O episódio escancara a “zona cinzenta” dos mercados de previsão. Diferentemente do mercado de ações – onde insider trading é crime –, ainda não há regras claras nos EUA que impeçam pessoas com informação privilegiada de apostarem nesses mercados, abrindo espaço para que elas lucrem com eventos que elas mesmas podem estar envolvidas.
Em outro caso, uma conta apostou que uma coletiva da Casa Branca duraria menos de 65 minutos. Faltando segundos, a coletiva terminou abruptamente, multiplicando o investimento em cerca de 50x – veja o vídeo aqui.
A repercussão: Agora, parlamentares querem proibir apostas de servidores com acesso a informações sigilosas, enquanto autoridades buscam regulamentar plataformas como Polymarket e Kalshi.
NÚMEROS QUE BALANÇAM 🔎
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RadarFin | Divulgação
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